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Associação lança projeto para conscientizar população sobre diabetes 2

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A Associação de Diabetes Juvenil (ADJ) lançou o projeto Bom Dia – Um Dia de Cada Vez, e Cada Dia Melhor!. O objetivo da campanha é chamar a atenção para a importância do diagnóstico precoce, por meio de consulta e exames, e para a necessidade da adesão ao tratamento indicado pelo médico.

 

A campanha destaca ainda o alerta para mudanças de hábito e estilo de vida que têm de ser de adotadas pelas pessoas diagnosticadas com a doença.

 

De acordo com o Ministério da Saúde, estima-se que no Brasil, existam mais de 12,5 milhões de diabéticos tipo 2, e as mortes em decorrência da doença, aumentaram 12% em seis anos.

 

Os sintomas do diabetes tipo 2 são fome e sede frequentes, alteração visual, infecção na pele, principalmente quando as feridas demoram para cicatrizar, infecção de rins, vontade constante de urinar, emagrecimento sem controle e razão e formigamento.

 

De acordo com a ADJ, a doença pode aparecer em qualquer pessoa, de qualquer faixa etária, mas o risco maior está entre indivíduos com mais de 40 anos, obesos e sedentários. A hereditariedade, o consumo elevado de álcool, a hipertensão, o colesterol e os triglicerídeos alterados, além de histórico de diabetes gestacional, também são fatores de risco.

 

O diabetes é uma doença progressiva  e, se não for tratada adequadamente, pode ocasionar complicações como doenças cardiovasculares, hipertensão, insuficiência renal, perda de visão e até amputação de membros.

 
*Texto adaptado de Agência Brasil
 

Alerta: Um em cada oito adultos no mundo é obeso

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Organização Mundial da Saúde alerta que um em cada oito adultos em todo o planeta é obeso. A projeção é de que, em 2025, cerca de 2,3 bilhões de indivíduos estejam com excesso de peso, sendo mais de 700 milhões com obesidade.

 

Já o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75 milhões caso nada seja feito – incluindo 427 mil crianças com pré-diabetes, 1 milhão com hipertensão arterial e 1,4 milhão com aumento do acúmulo de gordura no fígado.

 

A campanha global em 2018 tem como proposta combater o estigma da obesidade e tratar o assunto com respeito, disseminando informações de maneira responsável, reconhecendo a obesidade como uma doença crônica multifatorial e investindo em políticas públicas de prevenção e tratamento.

 

Dados da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) apontam que mais de 50% da população brasileira tem excesso de peso.

 

As entidades alertam que a obesidade é uma doença crônica que tende a piorar com o passar dos anos, caso o paciente não seja submetido a um tratamento adequado e contínuo.

 
*Texto adaptado de Agência Brasil
 

A Vitamina D e sua importância no dia a dia

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Para fixar melhor o cálcio em nosso organismo precisamos de uma vitamina poderosa, a D. Ela é a única que nosso corpo consegue produzir por meio da pele quando ficamos expostos ao sol.

 

De acordo com especialistas, a vitamina D é fundamental para podermos absorver o cálcio da nossa dieta. A vitamina D tem também uma função muscular, ou seja, evita a fraqueza dos músculos.

 

No Brasil, infelizmente, a alimentação não é tão rica em Vitamina D, afinal ela é encontrada principalmente em peixes gordurosos, como salmão, atum, bacalhau e a sardinha. Estes, são alimentos que não fazem parte do dia a dia da mesa do brasileiro.

 

A vitamina também pode ser encontrada em queijos, ovos e cogumelos, mas numa quantidade menor. Além da alimentação, temos a alternativa de produção da vitamina D: a exposição solar e a suplementação. Afinal, a pele produz a vitamina D por meio do contato com os raios solares. Mas claro, sempre tomando o devido cuidado.

 

O meio-dia é quando temos maior incidência de raios UVB, mas o ideal é procurar um horário intermediário e seguro para se expor ao sol, como antes das 10 e após às 14h. Procure expor somente braços e pernas e não se esqueça de proteger o rosto e o colo, áreas mais sensíveis.

 

A idade é uma questão importante, já que a pele mais jovem fabrica mais vitamina D que a pele de uma pessoa idosa, por exemplo. Normalmente os idosos precisam tomar suplementos desta vitamina para evitarem problemas ósseos, como osteoporose e osteopenia.

 

O sol precisa chegar de forma direta à pele, ou seja, aquele solzinho dentro do carro com os vidros fechados não adianta nada.

 

Acrescente na sua alimentação diária uma dose de vitamina D. Saia 15 minutos de casa, tome sol e deixe o seu organismo cuidar de você.

 

 

Depressão: Campanha pede empatia com as pessoas que sofrem com a doença

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Lançada esta semana no país, a campanha de esclarecimento sobre a depressão "Pode Contar", com enfoque na empatia, ou seja: a capacidade de familiares e amigos se colocarem no lugar da pessoa que sofre  com a depressão. O conteúdo da ação está disponível no portal coletivopodecontar.com.br.

 

A presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Carmita Abdo, fala que a empatia não é passar a mão na cabeça ou sentir pena de quem sofre com a doença, mas se colocar no lugar do outro: “É se reconhecer no outro. Nós na ABP falamos muito de combater o estigma da depressão e nada melhor que exercitar a empatia”, disse.

 

De acordo com a médica, a empatia envolve processos afetivos e cognitivos e se traduz na capacidade de perceber os sentimentos e emoções da outra pessoa, sem julgamentos. Segundo ela, as doenças mentais estão entre as dez patologias mais prevalentes de um total de 32 doenças incapacitantes para o trabalho.

 

Diagnóstico

Para a cardiologista Roberto Miranda, da Faculdade de Medicina da USP, muitas vezes é o médico primário, como cardiologista ou ginecologista, que identifica os sintomas.

 

“Muitos pacientes têm alterações cardíacas, dor de cabeça, dor no peito, palpitações e crises de hipertensão. Eles vinham ao pronto-socorro com essas crises e, após o tratamento contra a depressão, não voltavam mais ao atendimento de emergência”, alerta.

 

O especialista explica que a depressão tem também relação com outros eventos cardiovasculares e está associado ao aumento do risco de infarto.

 

Tratamento

Táki Cordás, coordenador de ambulatório no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, disse que quanto menos desenvolvida é a sociedade, maior a demora para se buscar ajuda. “Estima-se que 70% das pessoas que precisam de tratamento não estão recebendo”, disse ele.

 

O tempo do tratamento pode variar conforme a quantidade de crises apresentadas pelo paciente. Dependendo do caso, pode ser de um ano ou, para aqueles que sofreram mais de três crises na vida, o tratamento pode durar a vida inteira. O paciente que toma a medicação por seis meses e decide descontinuar o uso tem 80% de chances de sofrer uma recaída.

 
*Texto adaptado de Agência Brasil.
 

Dia Mundial da Gentileza: Pessoas gentis são menos estressadas

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13 de novembro é conhecido como o Dia Mundial da Gentileza.  Abrir a porta para um desconhecido, buscar um café para o colega de trabalho ou oferecer carona.

 

Quem diria que ações tão simples, facilmente realizáveis no cotidiano, seriam uma poderosa ferramenta contra o estresse?

 

Pois foi essa a conclusão de um estudo feito por pesquisadores dos Estados Unidos que decidiram medir o efeito causado por pequenos gestos de gentileza na vida de quem os pratica. Ajudar os outros, sugerem os dados, promove o bem-estar, com impactos positivos no estado emocional e na saúde mental.

 

Segundo os autores do trabalho, recentemente publicado na revista especializada Psychological Clinic Science, análises recentes apontaram a importância do suporte social no enfrentamento do estresse.

 

Entretanto, os dados sobre o tema ainda são escassos, o que motivou uma investigação mais aprofundada.

 

“A partir de uma pesquisa anterior, soubemos que os comportamentos pró-sociais podiam reduzir os efeitos do estresse sobre a fisiologia e a aflição, mas não ficou muito claro se esses efeitos se generalizavam para o mundo real”, conta ao Correio Emily Ansell, pesquisadora da Escola de Medicina da Universidade de Yale e principal autora do estudo

 

Voluntários receberam smartphones, pelos quais deviam informar como se sentiam e contar experiências que tinham tido ao longo do dia, sempre que recebiam um lembrete eletrônico, geralmente enviado para eles à noite.

 

Os participantes eram motivados a lembrar de qualquer evento estressante pelo qual tinham passado e relatar gestos gentis que tinham realizado. Além disso, eles deveriam avaliar como se sentiam em uma escala que ia de zero (mal) a 100 (excelente).

 

A comparação dos dados colhidos mostrou uma correlação entre a disposição em ser gentil com os outros e um maior nível de bem-estar. O comportamento de auxílio foi associado a níveis mais altos de emoção positiva e de melhor saúde mental.

 

“Foi surpreendente como os efeitos foram consistentes em experiências diárias. Por exemplo, se você participa de mais comportamentos pró-sociais em dias estressantes, essencialmente não há impacto do estresse sobre o seu afeto positivo, como felicidade ou calma, nem sobre suas avaliações de saúde mental”, destaca a autora do estudo.

 

Que tal começar a inserir a gentileza no seu dia a dia, diminuir o estresse e ainda melhorar a saúde? Dê o primeiro passo!

 
*Texto adaptado Época.
 

Ministério pede imunização contra febre amarela antes do verão

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Falta cada vez menos para a chegada do Verão, a estação mais quente do ano. Com a proximidade dos dias mais quentes, o Ministério da Saúde emitiu um alerta para que populações que moram em áreas onde há recomendação da vacina contra a febre amarela busquem a dose de forma antecipada, antes do período de maior transmissão da doença – entre dezembro e março.

 

Localidades recém-afetadas pelo vírus e de grande contingente populacional, como as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e de São Paulo, permanecem com um quantitativo elevado de pessoas não imunizadas e em risco de adoecer.

 

O objetivo do alerta, segundo a própria pasta, é evitar correria e longas filas em busca da imunização. A cobertura vacinal para a febre amarela deve ser de, no mínimo, 95% da população.

 

O público-alvo para vacinação contra febre amarela inclui pessoas a partir dos 9 meses de vida e que não tenham comprovação de vacinação. Desde abril de 2017, o Brasil adota o esquema de dose única da vacina, conforme recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), respaldada em estudos que asseguram proteção por toda a vida.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil.

 

Os prejuízos causados por boatos no tratamento contra o câncer

09
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A vulnerabilidade, a falta de acesso a um atendimento de qualidade e a grande circulação de informações sem base científica têm prejudicado o tratamento do câncer. Muito disso, deve-se a circulação de notícias falsas pelas redes sociais e sites não confiáveis. Uma mensagem errada compartilhada através do WhatsApp, por exemplo, poderá atingir milhares de pessoas. E, com isso, elas receberão a informação errada, sem embasamento, acreditando naquilo, sendo que, na realidade, é tudo enganação.

 

A fundadora da Oncoguia, psico-oncologista Luciana Holtz, faz o alerta sobre o tema. Ela que se dedica a prestar informações de qualidade aos pacientes.

 

Segundo ela, terapias alternativas, que não têm qualquer comprovação científica mas que prometem milagres, têm circulado com muita velocidade e podem atrasar ou mesmo fazer com que haja desistência de tratamentos.

 

O tema foi um dos destaques do Congresso Internacional de Oncologia D’or, realizado no Rio de Janeiro. Entre as notícias falsas que promovem confusão está também a que diz que ao fazer mamografia, as mulheres precisam proteger o pescoço porque há risco de câncer de tireoide, o que na verdade prejudica a imagem e o posterior diagnóstico.

 

Outra é a que diz que usar desodorante causa câncer de mama, tese sem qualquer comprovação científica.

 

Luciana destaca também que as falhas no atendimento do sistema de saúde contribuem para deixar as pessoas ainda mais vulneráveis às informações falsas.

 

A médica orienta que os pacientes busquem sempre informações oficiais de institutos, organizações e serviços de saúde que trabalham com câncer. A Oncoguia também disponibiliza um telefone gratuito para esclarecimento de dúvidas. O número é 0800 773 1666.

 

*Texto adaptadode Agência Brasil.

 
 

Os prejuízos causados por boatos no tratamento contra o câncer

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A vulnerabilidade, a falta de acesso a um atendimento de qualidade e a grande circulação de informações sem base científica têm prejudicado o tratamento do câncer. Muito disso, deve-se a circulação de notícias falsas pelas redes sociais e sites não confiáveis. Uma mensagem errada compartilhada através do WhatsApp, por exemplo, poderá atingir milhares de pessoas. E, com isso, elas receberão a informação errada, sem embasamento, acreditando naquilo, sendo que, na realidade, é tudo enganação.

 

A fundadora da Oncoguia, psicooncologista Luciana Holtz, faz o alerta sobre o tema. Ela que se dedica a prestar informações de qualidade aos pacientes.

 

Segundo ela, terapias alternativas, que não têm qualquer comprovação científica mas que prometem milagres, têm circulado com muita velocidade e podem atrasar ou mesmo fazer com que haja desistência de tratamentos.

 

O tema foi um dos destaques do Congresso Internacional de Oncologia D’or, realizado no Rio de Janeiro. Entre as notícias falsas que promovem confusão está também a que diz que ao fazer mamografia, as mulheres precisam proteger o pescoço porque há risco de câncer de tireoide, o que na verdade prejudica a imagem e o posterior diagnóstico.

 

Outra é a que diz que usar desodorante causa câncer de mama, tese sem qualquer comprovação científica.

 

Luciana destaca também que as falhas no atendimento do sistema de saúde contribuem para deixar as pessoas ainda mais vulneráveis às informações falsas.

 

A médica orienta que os pacientes busquem sempre informações oficiais de institutos, organizações e serviços de saúde que trabalham com câncer. A Oncoguia também disponibiliza um telefone gratuito para esclarecimento de dúvidas. O número é 0800 773 1666.

 

*Texto adaptadode Agência Brasil.

 
 

Os prejuízos causados por boatos no tratamento contra o câncer

09
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A vulnerabilidade, a falta de acesso a um atendimento de qualidade e a grande circulação de informações sem base científica têm prejudicado o tratamento do câncer. Muito disso, deve-se a circulação de notícias falsas pelas redes sociais e sites não confiáveis. Uma mensagem errada compartilhada através do WhatsApp, por exemplo, poderá atingir milhares de pessoas. E, com isso, elas receberão a informação errada, sem embasamento, acreditando naquilo, sendo que, na realidade, é tudo enganação.

 

A fundadora da Oncoguia, psicooncologista Luciana Holtz, faz o alerta sobre o tema. Ela que se dedica a prestar informações de qualidade aos pacientes.

 

Segundo ela, terapias alternativas, que não têm qualquer comprovação científica mas que prometem milagres, têm circulado com muita velocidade e podem atrasar ou mesmo fazer com que haja desistência de tratamentos.

 

O tema foi um dos destaques do Congresso Internacional de Oncologia D’or, realizado no Rio de Janeiro. Entre as notícias falsas que promovem confusão está também a que diz que ao fazer mamografia, as mulheres precisam proteger o pescoço porque há risco de câncer de tireoide, o que na verdade prejudica a imagem e o posterior diagnóstico.

 

Outra é a que diz que usar desodorante causa câncer de mama, tese sem qualquer comprovação científica.

 

Luciana destaca também que as falhas no atendimento do sistema de saúde contribuem para deixar as pessoas ainda mais vulneráveis às informações falsas.

 

A médica orienta que os pacientes busquem sempre informações oficiais de institutos, organizações e serviços de saúde que trabalham com câncer. A Oncoguia também disponibiliza um telefone gratuito para esclarecimento de dúvidas. O número é 0800 773 1666.

 

*Texto adaptadode Agência Brasil.

 
 

Oito em cada 10 homens dizem cuidar mais da saúde após participar de pré-natal

08
11

De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde, oito em cada dez homens presentes em consultas de pré-natal passaram a ficar mais cuidadosos com a própria saúde.

 

O estudo indica que 72,25% dos pais ou cuidadores entrevistados pela pasta participaram das consultas de pré-natal com suas parceiras. Desse total, 80,71% afirmaram que esse envolvimento os motivou a cuidar melhor de sua saúde.

 

Nesta terceira etapa da pesquisa Saúde do Homem, Paternidade e Cuidado, foram feitas 37.322 entrevistas com pais ou cuidadores que assumiram a figura paterna e que acompanharam o pré-natal, parto e pós-parto de crianças nascidas no Sistema Único de Saúde (SUS) no ano de 2015.

 

O objetivo do estudo, de acordo com a pasta, é obter dados sobre acesso, acolhimento e cuidados com a saúde masculina nos serviços públicos de saúde e levantar informações sobre o envolvimento do pai no pré-natal e no nascimento da criança. A coleta de informações foi feita entre março de 2017 e março deste ano.

 

Embora a pesquisa aponte maior conscientização em relação à saúde, ainda é alto o número de homens que não têm na sua rotina o cuidado com a saúde. Quando questionados sobre o costume de buscar estabelecimentos públicos de saúde, 36,36% dos entrevistados afirmaram não ter o hábito de ir a esses locais. Desse total, 47,57% (6.455) informaram como motivo nunca ter precisado, falta de interesse ou não gostar de hospital.

 

Novembro Azul

 

O tema da campanha Novembro Azul este ano é Homem, da Infância à Velhice, Cuide de Sua Saúde, de Novembro a Novembro. A proposta, segundo a pasta, é chamar a atenção da população, dos gestores e dos profissionais de saúde para a importância de olhar para a saúde do homem de forma integral, e não apenas para a questão da próstata.

 

Extrato da casca de jabuticaba combate pré-diabetes

07
11

Um grupo de pesquisadores do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas, com apoio da  Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, constatou que o extrato da casca da jabuticaba, uma fruta nativa da Mata Atlântica, foi capaz de combater o pré-diabetes e o aumento do acúmulo de gordura no fígado em camundongos envelhecidos.

 

Esses animais foram escolhidos porque o envelhecimento está diretamente associado à redução da capacidade metabólica e alterações do metabolismo hepático, glicídico e lipídico.

Durante o envelhecimento há uma deficiência de controle do nível de glicose no sangue, um aumento da deposição de triglicerídeos no fígado e desequilíbrio hormonal.

Além disso, é comum os idosos apresentarem dislipidemia (aumento de gordura no sangue), hiperinsulinemia (aumento de insulina no sangue), diabetes e doenças cardiovasculares.

Para elevar os danos do envelhecimento, os camundongos foram alimentados com ração rica em gordura para promover ganho de peso, aumentar a gordura no fígado, estimular o aumento de gordura no sangue e aumentar os níveis de glicose. A dieta possuía cinco vezes mais gordura do que uma dieta normal.

 

Os estudos analisaram ainda qual a quantidade adequada para consumo, já que a dieta oferecida aos camundongos possuía cinco vezes mais lipídeos do que uma dieta normal.

Outras pesquisas já indicavam que, se os animais consumissem essa dieta por 60 dias, seria suficiente para desenvolverem pré-diabetes e alterações hepáticas.

 

As análises mostraram que a dieta impediu o ganho de peso e o processo inflamatório e favoreceu uma melhoria na morfologia do fígado.

 

Agora, os pesquisadores estudam o uso do extrato da casca de jabuticaba no atraso da progressão do câncer de próstata em camundongos transgênicos. Os resultados preliminares mostraram diminuição das lesões.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil.

 

Estudo mostra que taxa de mortalidade por melanoma aumentou entre os homens

06
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De acordo com pesquisa apresentada na Conferência de Câncer do NCRI de 2018, a taxa de homens que morrem de melanoma maligno aumentou em populações em todo o mundo, enquanto em alguns países as taxas são constantes ou decrescentes para as mulheres.

 

O melanoma é o tipo mais letal de câncer de pele, apesar de não ser o mais comum. Ele tem origem nos melanócitos, as células que produzem melanina e representa apenas 5% dos casos de câncer de pele. Entretanto, tem uma grande capacidade de produzir metástases e se espalhar para outros órgãos, como fígado, pulmões e o cérebro.

 

Quase sempre surge como uma lesão cutânea enegrecida, ou com uma parte enegrecida e outra de várias cores.

 

Pesquisadores estudaram dados mundiais sobre mortes coletados pela Organização Mundial de Saúde, com foco em 33 países com os dados mais confiáveis. Eles descobriram que as taxas de morte por melanoma em homens estavam aumentando em todos os países, com exceção da República Tcheca.

 

Eles dizem que mais pesquisas são necessárias para entender o motivo dessa tendência, mas, enquanto isso, mais esforços de saúde pública direcionados aos homens podem ser necessários para aumentar a conscientização sobre a doença.

 

Os pesquisadores estudaram as taxas de mortalidade padronizadas por idade nos 33 países entre 1985 e 2015. Essas taxas levam em conta os efeitos de alguns países que têm uma população envelhecida e outros que têm um público mais jovem. Eles extraíram as taxas de melanoma maligno, a forma mais perigosa de câncer de pele, e compararam as taxas para homens e mulheres analisando as tendências ao longo do tempo.

 

Em todos os países, as taxas foram maiores nos homens do que nas mulheres.

 

*Texto adaptado G1 Saúde e Ciência.

 

 

Até o fim do ano mais de 14 mil pessoas terão câncer de boca no Brasil

05
11

De segunda-feira (5) até sexta-feira (9), celebra-se no país a Semana Nacional de Prevenção do Câncer Bucal. A iniciativa é do Ministério da Saúde e tem como objetivo alertar a população sobre hábitos simples e saudáveis, como a boa higiene, não ingerir álcool e não fumar.

 

Dados revelam que o câncer de boca está mais presente entre homens e que 70% dos casos são diagnosticados em indivíduos com idade superior a 50 anos.

 

De acordo com o ministério, a doença afeta os lábios e o interior da cavidade oral. Dentro da boca, devem ser observados gengivas, bochechas, céu da boca e língua (principalmente as bordas), além da região embaixo da língua.

 

A estimativa de novos casos de câncer de boca para 2018, segundo o Instituto Nacional do Câncer , é de 14,7 mil, sendo 11,2 mil homens e 3,5 mil mulheres.

 

A Organização Mundial da Saúde estima que a prevenção pode ajudar a reduzir a incidência de câncer em até 25% até 2025.

 

Diante de alguma lesão que não cicatrize em um prazo máximo de 15 dias, a orientação do ministério é procurar um profissional de saúde, seja ele médico ou dentista, para a realização do exame completo da boca.

 

A visita periódica ao dentista favorece o diagnóstico precoce do câncer de boca, já que permite identificar lesões suspeitas.

Pessoas com maior risco para desenvolver câncer de boca são fumantes e consumidores frequentes de bebidas alcoólicas, segundo a pasta, devem ter cuidado redobrado.

Se diagnosticados no início e tratados da maneira adequada, a maioria dos casos desse tipo de câncer, cerca de 80% deles, tem cura. Geralmente, o tratamento envolve cirurgia oncológica e/ou radioterapia. A avaliação médica, conforme cada caso, vai decidir qual melhor forma de tratamento.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil.

 
 

Estudo aponta que vírus da gripe deixa paciente sujeito a desenvolver pneumonia

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Uma pessoa infectada com vírus da gripe está mais propensa a desenvolver uma pneumonia – infecção pela bactéria pneumococo – do que aquela que não contraiu a gripe.

 

A  conclusão é de estudo realizado pelo Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (CRID) da Universidade de São Paulo - USP -, financiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e Faculdade de Medicina Tropical de Liverpool (Reino Unido).

 

A bactéria pneumococo pode ser encontrada no nariz de uma pessoa, mas não necessariamente provoca a doença no paciente.

 

Conforme explicam pesquisadores, para haver pneumonia a bactéria precisa estar no pulmão. No entanto, por algum motivo, principalmente em pacientes mais vulneráveis, a bactéria sai do nariz e é transportada para o pulmão.

 

Vírus da gripe

O estudo mostrou que, por causa do vírus da gripe, houve um grande aumento das bactérias do nariz dos voluntários que participaram do estudo.

 

Os mecanismos imunológicos para combater a colonização de pneumococos já tinham sido estudados em camundongos, mas eram ainda pouco conhecidos em humanos.

 

A infecção pelo vírus da gripe causa uma supressão do sistema imune, a bactéria da pneumonia se instala em maior número e a chance de ela ir para o pulmão é maior.

O professor ressalta a importância da pesquisa para que se possa pensar em estratégias de tratamento e prevenção da pneumonia.

 
 
Texto adaptato de Agência Brasil.

Campanha global alerta para os sintomas do AVC e quando as pessoas devem procurar ajuda

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Você sabia que, em todo o mundo, há cerca de 80 milhões de pessoas que sobreviveram a um AVC, Acidente Vascular Cerebral. Popularmente conhecido como derrame, mais de 50 milhões vivem com algum tipo de incapacidade permanente por conta de um AVC.

 

Entidades médicas especializadas explicam que o AVC acontece quando algum dos vasos sanguíneos (responsáveis pela nutrição e oxigenação) param de funcionar por obstrução, seja um coágulo, uma placa de gordura ou ainda por uma hemorragia

 

Quando isso ocorre, uma parte do cérebro não recebe mais sangue e oxigênio e começa a morrer. A extensão e localização do dano cerebral determina a gravidade do AVC, que pode variar de leve a catastrófico.

 

Dados da campanha mostram que em torno 87% de todos os casos são do tipo isquêmico, resultado de uma obstrução num vaso sanguíneo que fornece sangue ao cérebro. Essa obstrução pode acontecer devido ao desenvolvimento de depósitos de gordura que revestem as paredes dos vasos.

 

Já o AVC hemorrágico é responsável por cerca de 13% dos casos, resultado de um vaso enfraquecido que rompe e sangra no cérebro circundante.

 

Os sinais de alerta de que alguém está tendo um AVC, de acordo com a campanha, incluem: dormência súbita ou fraqueza na face, braço ou perna, especialmente em um lado do corpo; súbita confusão, dificuldade para falar ou compreender a fala; dificuldade súbita de enxergar em um ou ambos os olhos; súbita dificuldade para caminhar, tontura, perda de equilíbrio ou coordenação; dor de cabeça súbita, intensa, sem causa conhecida.

 

A orientação da campanha global é que, na presença de um ou mais desses sinais, o paciente não espere, chame um serviço médico de emergência (no Brasil, Samu 192) ou procure um hospital imediatamente.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil.

 

Entenda como o seu "relógio biológico" funciona

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O conhecido popularmente "relógio biológico" não é uma exclusividade dos seres humanos. Aparentemente todos os seres com vida no planeta, incluindo fungos e bactérias, possuem um ciclo circadiano, ou seja, um processo biológico que leva 24 horas para acontecer e marca o ritmo da nossa existência.

 

Mas afinal, como o "relógio biológico" afeta a nossa vida?

 

Especialistas acreditam que as primeiras células da Terra foram danificadas pela radiação ultravioleta emitida pelo Sol e se adaptaram ao passar por um processo de regeneração à noite. Os ritmos circadianos permitem que os organismos antecipem certos eventos, como a noite e o dia, o inverno e o verão, e assim se preparem para eles.

 

Todos possuem um relógio principal. Ele fica no hipotálamo, localizado no cérebro e, como um condutor, envia sinais reguladores para todo o corpo em diferentes momentos do dia. Todos os órgãos e tecidos corporais têm relógios extras, que são sincronizados pelo relógio mestre em seu cérebro.

 

Se você passar o tempo todo no escuro, seu relógio biológico fica fora de sintonia com o relógio de 24 horas. Existem sensores nos seus olhos que detectam a luz e enviam sinais para a parte do cérebro que mantém os relógios do seu corpo sincronizados.

 

A partir do momento em que você acorda de manhã, o sono vai se acumulando.

No entanto, você normalmente não adormece até que seu relógio biológico diga que está na hora de ir para a cama. Mais tarde, voltamos aos padrões de sono e vigília que tínhamos antes da puberdade.

 
*Texto adaptado G1.
 

93% das crianças respiram poluição acima do recomendável, alerta OMS

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Em um relatório divulgado esta semana pela Organização Mundial de Saúde mostra que 93% das crianças e adolescentes respiram ar com nível de partículas finas acima do que é considerado recomendável para a saúde. Na Ásia, África e países de renda média e baixa, a situação se agrava

 

A publicação do relatório antecede a realização da Primeira Conferência Global da Organização Mundial de Saúde sobre Poluição do Ar e Saúde, que começa amanhã na Suíça. O tema do encontro é "Melhoria da Qualidade do Ar, Combate às Mudanças Climáticas".

 

Nos países com renda baixa e média, 98% dos menores de 5 anos são expostos a níveis maiores do que é recomendado para a saúde, enquanto nos países de renda elevada, o percentual é de 52%.

 

Na África e no Mediterrâneo Oriental, 100% das crianças com menos de 5 anos estão expostas a níveis acima do recomendável.

 

No continente americano, países de renda baixa e média, como o Brasil, expõem 87% das crianças menores de 5 anos a esses níveis de partículas finas.

 

No Brasil, a OMS estima que 50 mil pessoas morrem por ano de doenças relacionadas à poluição do ar. Quase 10% da população do país ainda queima madeira para cozinhar, o que contribui para a exposição à poluição.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil

 

Pesquisa indica que a Salmonella tem resistência a diferentes tipos de antibióticos

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A pesquisa foi feita por cientistas da USP, em São Paulo. Os estudiosos sequenciaram o genoma da bactéria salmonella e descobriram que a maioria das 90 amostras pesquisadas apresentou resistências a diferentes classes de antibióticos.

 

O estudo, desenvolvido na Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto, identificou 39 genes responsáveis por essa resistência.

 

A salmonella é a bactéria mais frequente nos surtos de infecções alimentares, diarreias e gastroenterites, representando 14,4% dos quase 220 mil casos entre 2000 e 2015, segundo dados do Ministério da Saúde.

 

De acordo com os pesquisadores, as amostras fornecem um retrato da epidemiologia de salmonelose no Brasil nos últimos 30 anos, pois são provenientes de todas as regiões do país, tendo sido coletadas em pacientes acometidos por infecções alimentares ou em alimentos contaminados, como carne aviária e carne suína, incluindo embutidos, ou em vegetais, como alface, entre outros.

 

O estudo definiu o grau de resistência aos antibióticos de cada uma das 90 amostras. De acordo com os resultados, 65 (72,2%) das 90 amostras de S. Typhimurium se mostraram resistentes aos antibióticos da classe das sulfonamidas, 44 (48,9%) eram resistentes à estreptomicina, 27 (30%) à tetraciclina, 21 (23,3%) a gentamicina e sete (7,8%) as cefalosporinas.

 

Entre medidas necessárias para impedir o desenvolvimento de bactérias resistentes está o controle na venda de antibióticos. No caso da salmonella, a prevenção é o tratamento sanitário adequado de alimentos.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil

 

Estudo mostra que uma em cada 4 mulheres não têm acesso a saneamento básico

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Desigualdade social, impactos à saúde, acesso à educação, renda e bem-estar. Estes são apenas alguns dos problemas causados pela falta de saneamento básico no país.

 

Um estudo recente do Instituto Trata Brasil e divulgado esta semana, mostra que uma em cada quatro mulheres no país não tem acesso adequado a infraestrutura sanitária e saneamento. A falta desses serviços atinge cerca de  27 milhões de brasileiras

 

Na idade escolar, por exemplo, as meninas sem acesso a banheiro têm desempenho estudantil pior, com, em média, 46 pontos a menos no Enem quando comparadas à média dos estudantes brasileiros.

 

A falta de saneamento é uma das principais causas de incidência de doenças diarreicas, que levam as mulheres a se afastarem, em média, por 3,5 dias ao ano de atividades rotineiras, como escola ou trabalho.

 

A incidência de afastamentos por motivo de diarreia ou vômito é maior entre as mulheres, com 80,1 casos para cada mil habitantes, segundo dados de 2013. A proporção entre os homens é de 73,4 para cada mil habitantes. Este fator também impacta a mulher pelas características familiares no Brasil que levam a afastamento mais frequentes delas como cuidadoras dos filhos ou pais idosos que adoecem.

 

Pessoas altas podem ter maior risco de desenvolver câncer, aponta estudo

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Pesquisadores americanos analisaram a população em três continentes e descobriram que o risco de câncer em homens e mulheres é 10% maior para cada 10 cm de altura.

 

Segundo especialistas, o câncer se desenvolve quando o controle normal pelo corpo das células deixa de funcionar, abrindo caminho para o desenvolvimento de células cancerígenas que se manifestam como tumores.

 

O estudo, publicado na revista "Proceedings of Royal Society B", sugere que o risco de desenvolver diferentes tipos de câncer é mais provável em pessoas altas, simplesmente porque eles têm mais células e, portanto, maior probabilidade que essas células se tornem cancerosas.

 

Acredita-se que certos mamíferos, como elefantes e girafas, cujos corpos têm mais células do que animais menores, desenvolveram defesas adicionais contra o câncer. Mas não há evidências de que isso funcione da mesma maneira em indivíduos como seres humanos.

 

Em particular, pessoas de maior estatura têm um risco maior de desenvolver melanoma porque têm uma proporção maior de células e simplesmente mais pele do que pessoas de estatura média.

 

No entanto, o risco de câncer de estômago, bucal ou cervical em mulheres parece não estar relacionado à altura. A altura é largamente determinada por genes, o ambiente durante a infância também tem um efeito e, portanto, um impacto associado ao risco de câncer.

 

Fonte: G1

 
 
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